Banco Master
“Eventual reversão de liquidação do Master cabe somente ao STF, diz presidente do TCU” (Economia, 7/1). Que vergonha reverter a liquidação! Não está provada a má índole do dono do Master?
Maria Alice Costalonga (São Paulo, SP)
O mal venceu.
Fernando Sanches (São Paulo, SP)
A PF tem que investigar e detonar os políticos envolvidos no caso. Tem muita gente implicada (“Pelo menos 46 perfis da internet fazem ataques simultâneos a BC e investigadores do caso Master“, Economia, 6/1). É a oportunidade de pegar esses tubarões que só prejudicam o Brasil.
Luzonaldo Augusto (Recife, PE)
As redes sociais viraram vitrines de autoridade falsa. Quem grita mais, posta mais e simplifica tudo em frases de impacto passa por “coach”. O debate vira torcida organizada. A dúvida é vista como fraqueza. A complexidade, como inimiga. E o senso crítico? Esse foi silenciado porque não performa bem no algoritmo.
Rodrigo Cruz (São Paulo, SP)
Ministro como sócio
“MEC ignora fila e libera pós-graduação para instituto de André Mendonça, do STF” (Educação, 7/1). Clientelismo, patrimonialismo, nepotismo, pessoalidades… Ninguém leva a Constituição a sério, sobretudo certos agentes públicos: todos são iguais —mas uns são mais iguais do que outros e não estão nem aí.
Fabiana Menezes (Belo Horizonte, MG)
É o famoso jeitinho brasileiro.
Marcelo Vidoi (São José dos Campos, SP)
Irregularidades no INSS
“PF apura se Lulinha foi sócio oculto de Careca do INSS” (Economia, 7/1). Acredito que Lulinha seja inocente. Mas que sejam apurados os fatos e, caso comprovados, que os culpados sejam devidamente punidos.
Andréa Cristacemos (Caxambu, MG)
Basta seguir o dinheiro e a verdade aparecerá.
Gilberto Silva (Rio de Janeiro, RJ)
Ano eleitoral
“Lula vai na contramão de Bolsonaro e aposta em pressão da rua contra Congresso” (Política, 7/1). Correto. O problema do Brasil hoje é o Congresso. É preciso orientar a população sobre as atribuições de cada casa, Câmara e Senado, quem foi e deve ser cada pretendende aos cargos.
Sebastião Carvalho (São Paulo, SP)
Os inimigos do povo serão todos reeleitos com a grana distribuída pelo governo Lula.
Nacib Hetti (Belo Horizonte, MG)
Plano dos EUA
“EUA têm plano de três etapas para transição na Venezuela” (Mundo, 7/1). Muito bom.
Oscar William Rossi (Guarulhos, SP)
A última etapa é quando os norte-americanos fogem e deixam a bagunça e o caos para a população, tipo Iraque e Afeganistão.
Victorio Carmo (Canoas, RS)
Petróleo venezuelano
“Trump diz que Venezuela vai entregar até 50 milhões de barris de petróleo aos EUA” (Economia, 6/1). Isso é um roubo na cara dura. Explorando as riquezas do país. Pobre povo da Venezuela!
Roney M. dos Reis (São Paulo, SP)
Modo de vida dos norte-americanos. Roubando o mundo.
Frankklim Alencar Figueiredo (Carapicuíba, SP)
E as fontes alternativas de energia? Não precisa ser profeta para concluir que o fim se aproxima.
Ednilson Deo (Santo André, SP)
Direção da Venezuela
“Trump escolheu Delcy porque María Corina no poder geraria guerra civil na Venezuela, diz especialista” (Mundo, 7/1). Ou seja, a queda de Maduro não foi a queda do regime. Mas pode ser que a situação da Venezuela melhore com a entrada de dólares no país.
Marcelo Molinari (Curitiba, PR)
Primeiro o dinheiro, por último a democracia. Para Trump não importa com qual ditador fará negócio. O mais preocupante é seu egocentrismo e arrogância acentuados. Nas mãos de quem tem um arsenal nuclear, é um perigo.
Roberto Nakayama (São Paulo, SP)
Não foi captura, mas sequestro de Maduro. Corina não é a eleita, mas quem pleiteia revisão de votos. Trump já confirmou que sua intenção é roubar o petróleo venezuelano. A Folha cansa os leitores que querem informações imparciais.
José Bueno (São Paulo, SP)
Requalificação
“Projeto prevê ‘Ibirapuera no centro de SP’ para alavancar desenvolvimento imobiliário do Brás e da Sé” (Cotidiano, 7/1). Apoio o projeto caso seja verdadeiramente público. Não se pode repetir o desastre do Anhangabaú.
Fernando Araújo (São Paulo, SP)
Na teoria a revitalização é linda. Mas para onde irão os moradores, sufocados pelos valores dos empreendimentos? Perdem direito de ocupar seus territórios. E as populações vulneráveis? É preciso pensar em políticas públicas eficientes.
Eduarda Zeferino (São Paulo, SP)






